Cientistas trabalhando em laboratórios BSL-4, como o de Wuhan, geralmente lidam com doenças extremamente perigosas.
Um prédio classificado como “Biossegurança Nível 4 (BSL-4)” é o tipo mais perigoso de instalação de pesquisa de patogêneses, o tipo de estrutura que você vê em filmes de Hollywood sobre pandemias apocalípticas.
Este nível de segurança é requisitado para se trabalhar com “agentes perigosos e exóticos que representam algum risco individual de doença fatal”.
Esses grandes laboratórios de contenção têm seus próprios cômodos ou funcionam em áreas completamente isoladas do restante do prédio onde estão.
O Instituto de Virologia de Wuhan é o primeiro da China a receber a certificação BSL-4.
Localizado perto do rio Yangtze, o laboratório recebeu “certificado de reconhecimento e autenticação para instalação e comissionamento de equipamentos de proteção crítica”, diz o site.
Este laboratório está nos holofotes da imprensa internacional desde que evidências apontaram para o instituto como o ponto de partida da pandemia do novo coronavírus, que já infectou mais de 2 milhões de pessoas mundo afora.
Os funcionários dos laboratórios BSL-4, como o de Wuhan, geralmente trabalham com doenças extremamente perigosas e que podem causar a morte de seres humanos.
As precauções e medidas de segurança que os trabalhadores devem tomar são extraordinárias e incluem a filtragem do ar e o tratamento de água e resíduos antes de deixar as dependências do laboratório.
Citamos abaixo alguns tipos de monstros invisíveis a olho nu — além do coronavírus — que são manipulados em instalações BSL-4:
Febre hemorrágica Crimean-Congo;
Ebola;
Junin;
Febre de Lassa;
Machupo;
Vírus de Marburg;
Gripe aviária;
Absettarov;
Hanzalova;
Hypr;
Kumlinge;
Doença de Kyasanur Forest;
febre hemorrágica de Omsk;
Encefalite de primavera-verão da Rússia.
RENOVA Mídia

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